Por unanimidade, os ministros entenderam que a
Justiça do Amazonas justificou corretamente a manutenção da prisão. A
defesa de Pinheiro alegou ilegalidade da prisão e a incompetência do
juiz que decretou a medida.
Adail Pinheiro é réu em pelo menos 70 processos que
tramitam na Justiça do Amazonas. Os processos estão parados à espera de
julgamento. Em 2006, a Polícia Federal passou a investigá-lo devido a
indícios de desvio de recursos públicos do Fundo Nacional de
Desenvolvimento da Educação (FNDE).
As denúncias de pedofilia começaram a aparecer
nessas investigações, em escutas telefônicas autorizadas pela Justiça. A
apuração do caso resultou na chamada Operação Vorax, cujo relatório foi
divulgado em 2008. Menos de um ano depois o ex-prefeito foi preso.
Em agosto de 2013, Pinheiro prestou depoimento à
Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual de Crianças
e Adolescentes da Câmara dos Deputados.
A defesa do ex-prefeito considera mentirosas as
denúncias de que ele comandava uma rede de exploração sexual de crianças
e de que abusou sexualmente de meninas em Coari. Ele garante jamais ter
mantido qualquer tipo de relacionamento com as pessoas que o acusam.
FONTE: CORREIO
VEJA BAIXA GRANDE, MARCELO BARBOSA JP
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