Antes de deixar a DT, Marcos, que é mais conhecido como “Chaparia”, alertou o agora, preso (carcereiro), para um bilhete que houvera escrito e que deveria ser entregue a autoridade policial. Na correspondência simples e breve, mas desprovida de conhecimentos gramaticais, porém de fácil compreensão, Chaparia escreveu: “doltor Paulo mim discupi mais tivi qui sai eu não poso paga pelo qui eu não cometi”. subscreve: Ramon Maia.
O “esperto” só não revelou o lugar onde poderia ser encontrado, principalmente quando neste período de festejos juninos o forró come solto pelas veredas do sertão. O caso é risível, porém, revela a fragilidade do sistema carcerário nas cidades do interior, principalmente, e a difícil condição de trabalho que delegados e agentes policiais do Estado da Bahia enfrentam na lida diária no combate à criminalidade.
Redação CN
VEJA BAIXA GRANDE, MARCELO BARBOSA JP
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